O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), fez uma
declaração, no mínimo fantasiosa, à Folha de S. Paulo sobre a Cracolândia do
centro da cidade: “Conseguimos mudar a cara da região em apenas dois dias”.
A afirmação pode ser considerada uma piada, já que o
programa social ‘Bolsa Crack’ oferecerá vários benefícios aos viciados, pagos
com dinheiro público, sem que os mesmos precisem largar a droga.
Entenda
o ‘Bolsa Crack’
A Prefeitura paulista criou o ‘Bolsa Crack’, em que paga
R$ 450, inicialmente, para um grupo de 300 dependentes – que moram nas ruas.
Para que saíssem da Cracolândia a administração decidiu
oferecer, além do dinheiro, moradia gratuita em hotéis e três refeições por
dia. Tudo com apenas uma exigência: que trabalhem em “qualquer coisa” por
quatro horas diárias. Os viciados terão a possibilidade de fazer curso de
requalificação, duas horas por dia, mas podem recusar fazê-lo. Porém, o pior de
tudo é que não precisarão se tratar contra o vício.
Pontos
obscuros
Tamanha “ingenuidade” por parte do governo paulista salta
aos olhos, pois quem garante que o auxílio financeiro não será usado para
comprar pedras de crack? Haddad oferece abrigo para 300, mas já que não haverá
fiscalização sobre o tipo de serviço que prestarão, o que esses usuários farão
durante todo o dia?
Outro ponto que “ninguém vê” é que o restante da
Cracolândia segue na miséria de sempre. Estima-se que 2.000 dependentes circulam
por aquela região todos os dias.
A imprensa de modo geral está tratando a questão como
algo “genial”. Mas não se pode perder de vista que isso acontece porque há
interesses ideológicos por trás disso tudo, como a descriminalização das
drogas. O que parece, na prática, é que o prefeito está declarando o centro da
capital com uma área livre para o consumo da droga, e pior, com patrocínio do
dinheiro público.
Fonte: Verdade Gospel e Veja


Se Deus não tiver compaixão de nosso pais,esses comunistas vão acabar com nossa nação.
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